A Juniper prevê que as apps empresariais de realidade aumentada atinjam os 5,7 mil milhões de dólares em 2021, decuplicando o tamanho do mercado em 2016. Este ano, as receitas estimadas são de 515 milhões de dólares.
De acordo com a pesquisa, o interesse das empresas nas tecnologias de realidade aumentada continua a crescer, impulsionado por melhorias no campo da visualização e latência nos dispositivos específicos da tecnologia. A expectativa por novos lançamentos, com destaque para o HoloLens da Microsoft, faz prever que as receitas de conteúdos no setor corporativo disparem. Muitas empresas vão preferir este tipo de dispositivos a smartphones e tablets.
O documento intitula-se “Augmented Reality: Developer & Vendor Strategies 2016-2021” e prevê que, devido ao tipo de conteúdo das apps empresariais, como as parcerias da DAQRI com a Hyperloop e a Siemens, os preços fiquem mais caros. Esta combinação de conteúdos e hardware mais caros irá colocar, inicialmente, um obstáculo à adopção. Apenas os “early adopters” irão implementar a tecnologia nos próximos dois anos.
Até 2020, as maiores oportunidades permanecerão no espaço dos smartphones e tablets, mas depois transitarão para dispositivos como o HoloLens, os chamados “Head-Mounted Displays” (HMD).
No segmento de consumo, a pesquisa identifica alguns obstáculos. “A nostalgia do Pokémon está a desvanecer-se para a maioria dos utilizadores e há relatórios de que a utilização da app caiu”, refere Sam Barker, autor do documento.
Isso significa, diz a Juniper, que a maioria das aplicações de consumo terá uma janela de oportunidade limitada para gerar receitas. Além do mais, o custo elevado dos HMD e a hesitação dos consumidores em usá-los publicamente irá causar um adiamento da decisão de compra.
O whitepaper Augmented Reality – Not Just Fun and Games está disponível no site da Juniper.
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