O serviço, anunciado no passado dia 8 de junho, custará 9,99 dólares mensais, sendo que o plano familiar, que aceita até seis utilizadores, custa 14,99 dólares. A Bloomberg diz que estes pacotes permitem ouvir música em modo offline e colocar sem limite conteúdos na biblioteca do Apple Music.
O serviço não disponibiliza quaisquer funcionalidades ou músicas de forma gratuita. Para usar o Apple Music é preciso abrir os cordões à bolsa. No entanto, a empresa vai oferecer três meses de utilização sem custos, uma jogada que pretende captar os utilizadores dos serviços das concorrentes.
Ao contrário do que se poderia pensar, o iTunes não vai desaparecer. A loja de músicas da Apple continuará operacional, e todos os conteúdos comprados nesta plataforma serão replicados na biblioteca do Apple Music, pelo que o dinheiro gasto não terá sido em vão. Apesar desta integração, nem todos os conteúdos disponíveis no iTunes são oferecidos pelo Apple Music.
Uma das funcionalidades que demarca este serviço de congéneres rivais chama-se Connect, que permite que os artista publiquem conteúdos multimédia adicionais e que interajam diretamente com os utilizadores através de secções de comentário.
Através da tab Discover, podem selecionar-se artisitas e géneros preferidos. O Apple Music faz, então, uso dessas informações para sugerir playlists e álbuns.
A criadora do iPhone diz ainda que as playlists que apresenta são elaboradas por pessoas, e não por algoritmos. Por isso, em príncipio, as sugestões deverão adequar-se às preferências do utilizador e respeitar as categorias em que se inserem, ao invés de apresentarem músicas que nada têm de semelhante entre si.
A Bloomberg afirma que a Apple não quer somente apresentar um serviço onde se possa ouvir música on-demand, mas sim um espaço de experimentação da cultura musical. Resta saber se isso é razão suficiente para os utilizadores deixarem serviços cuja presença está já profundamente enraizada.
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