A Apple poderá dar a conhecer mais detalhes acerca do seu misterioso e tão aguardado smartwatch dentro de pouco dias. Entretanto, a Ericsson quer levar a criadora do iPhone a tribunal por violação de direitos sobre patente, acusando-a de utilizar tecnologia essencial ao desenvolvimento de redes de quarta geração.
O atrito entre a Ericsson e a Apple não será, certamente, surpresa para ninguém. As duas tecnológicas têm constantemente esgrimido sobre infrações de propriedade intelectual, sendo que agora o foco da contenta incide sobre tecnologia que a Ericsson alega ser crucial para redes 4G/LTE.
Já em janeiro, a empresa sueca e a empresa norte-americana haviam batalhado em tribunal por causa de alegadas infrações de patentes. Por um lado, a Ericsson acusava a Apple de estar a utilizar indevidamente a sua tecnologia, visto que tinha já expirado a licença que lhe permitia fazê-lo dentro das margens legais. Por outro, a Apple dizia que a Ericsson estava a cobrar preços exorbitantes pela utilização da sua tecnologia.
As “guerras de patentes” são já um lugar-comum na esfera tecnológica, mas numa indústria tão feroz e competitiva como é esta, é natural que proteger o território que nos pertence seja quase como lutar pela própria sobrevivência.
A queixa da Ericsson é submetida à Comissão Internacional do Comércio dos Estados Unidos nem um dia depois de ter sido revelado que pormenores sobre o tão aguardado Apple Watch podem ser apresentados no próximo dia nove de março, num “evento especial” que a fabricante de smartphones (e, em breve, também de smartwatches) organizará em São Francisco, na Califórnia.
Citadas pela Bloomberg, fontes próximas do assunto disseram que o acontecimento deverá focar-se no relógio inteligente da Apple.
A versão básica do relógio, afirma a agência, deverá custar cerca de 349 dólares, embora algumas especificações, como a autonomia, não tenham ainda sido divulgadas.
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