Nos primeiros três meses do ano, a Apple vendeu 51,1 milhões de iPhones, em linha com que o tinha antecipado mas muito abaixo do segundo trimestre fiscal do ano passado – menos 16% em unidades e menos 18% em receitas.
Os outros segmentos de produto não tiveram melhores resultados: a venda de iPads desceu 19% para 10,2 milhões de unidades e os Macs caíram 12% para 4,034 milhões. A categoria “Outros”, que inclui o Apple Watch, recuou 50% em receitas, apesar de o CEO Tim Cook ter sublinhado na conferência com analistas que estava muito satisfeito com o desempenho do relógio, agora disponível em 60 mercados.
Tanto o CEO como Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, explicaram aos analistas que os resultados foram influenciados por vários fatores negativos, incluindo a depreciação de várias moedas face ao dólar, a instabilidade económica em grandes mercados e o abrandamento da venda de smartphones. A IDC já veio dizer que este ano o mercado irá crescer abaixo dos 6%.
Olhando para a performance regional da Apple, a queda mais significativa foi mesmo na Europa, onde as receitas afundaram 36% para 10,22 mil milhões de euros. Nas Américas, a quebra foi de 35%, para 17 mil milhões, e na China de 32%, para 11,02 mil milhões.
O sinal positivo veio da subida da App Store (35%) e da Apple Music, que tem agora 13 milhões de utilizadores pagantes. No global, esta divisão de Serviços foi a única que cresceu, 20%, e atingiu os 5,2 mil milhões de euros.
“Estamos muito satisfeitos com o forte crescimento continuado das receitas de Serviços, graças à força incrível do ecossistema da Apple e a nossa crescente base de mais de mil milhões de dispositivos ativos”, disse Cook.
O CEO declarou-se otimista, apesar de a Apple não prever que o trimestre corrente seja muito melhor. Apenas os computadores Mac deverão voltar ao crescimento, disse Luca Maestri.
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