Os promotores do programa, Critical Software e ISEC, congratulam-se com a adesão que a 2ª edição do Apostar em TI teve e sublinham que as motivações que levam as pessoas a ingressar nesta formação estão relacionadas com as poucas perspetivas de progressão de carreira nas suas áreas de formação original, o facto de não se sentirem reconhecidas pelas entidades empregadoras e a possibilidade de entrarem no mercado das Tecnologias de Informação.
Criteriosamente selecionados, os 21 formandos têm idades compreendidas entre os 22 e os 47 anos e vêm de vários pontos do país, para iniciar a fase de formação centrado na Programação em C para Embbeded Systems, uma área com grande procura de profissionais qualificados em Portugal e no mundo.
Os 21 formandos possuem habilitações literárias ao nível de Curso de Especialização Tecnológica (CET) e ensino superior e têm formação original variada e distinta, de Engenharia Náutica e Transportes Marítimos, passando por Enfermagem, Antropologia, Economia, Pintura e Cinema, entre outros.
O objetivo deste programa passa por responder à escassez de profissionais qualificados no mercado das TICE, preparando os formandos com um conjunto de competências altamente valorizado e procurado pelas empresas na área das Tecnologias de Informação.
O programa Apostar em TI terá a duração total de 14 meses, repartidos por um período de cinco meses de formação letiva e por uma segunda fase com a duração de nove meses de consolidação e formação on-the-job, em contexto de estágio remunerado.
O estágio remunerado é garantido a todos os formandos aprovados na fase letiva do programa numa das empresas aderentes a este inovador programa de reconversão profissional, com escritórios em várias cidades. Entre estas empresas destacam-se Critical Software, Open Limits, Active Space Technologies, Mecalbi, ubiwhere, Virtual Power Solutions, tech4home, Magnum Cap, GMV e Bosch.
“Os formandos selecionados estão altamente motivados para a reconversão das suas competências profissionais para o segmento das TI, têm boa capacidade de raciocínio lógico, de comunicação e de trabalho em equipa, dominam a língua inglesa, e deram provas da sua maturidade e disponibilidade total para concluírem com sucesso este desafio”, lê-se no comunicado enviado à imprensa.
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