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Aplicação online para a prática médica chega aos 2 mil profissionais

A linkedcare, uma aplicação gratuita que liga médicos e cidadãos com o objetivo de criar o primeiro ecossistema digital na área da saúde a nível mundial, em menos de um ano de operação, reúne já na sua aplicação mais de dois mil profissionais de saúde, dos quais 30% são médicos de medicina geral e familiar.

Em comunicado enviado à comunicação social a empresa explica que em termos de participação são os médicos de medicina geral familiar que estão mais presentes na aplicação seguindo-se a medicina dentária, medicina interna e cirurgia geral.

É de salientar que dos profissionais inscritos, 67% são do sexo masculino e 33% do feminino e pertencentes maioritariamente à Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo e à ARS Norte. Apesar das cidades com mais peso serem Lisboa e Porto, tem-se vindo a verificar cada vez mais inscrições de especialistas provenientes de Braga, Coimbra e Aveiro.

“Estes dados refletem o reconhecimento atual da linkedcare junto da comunidade médica portuguesa. O nosso objectivo é o de criar um ecossistema de saúde ao nível digital, por isso acreditamos que brevemente este perfil irá alterar-se com a entrada de mais especialidade e de médicos de todo o nosso Portugal”, afirmou no mesmo documento Nuno Pacheco, cofundador da linkedcare.

“A comunidade médica tem vindo a perceber as vantagens que a linkedcare oferece não só em termos de ver centralizada toda a informação médica sobre os seus pacientes mas também da gestão integrada de toda a sua prática clínica recorrendo às diversas funcionalidades da plataforma: prescrição electrónica, consultas online com um elevado nível de segurança; publicação do perfil do médico e da agenda de disponibilidade para consultas; ligação e partilha de informação médica com os pacientes; entre outros”, conclui o mesmo responsável.

A empresa garante que através da linkedcare o médico ganha uma ferramenta única para toda a prática médica e um novo canal para partilha de informação com os seus pacientes. “A partilha segura de informação possibilita envolver os pacientes na prevenção e tratamento da doença, obter um melhor conhecimento do seu historial clínico e tomar decisões de forma mais segura e informada”.

A linkedcare dispensa a instalação de software e pode ser acedida através de um computador com ligação à internet, sem custos para médicos e cidadãos.

Susana Marvão

Jornalista especializada em TIC desde 2000, é fã incondicional de todo o tipo de super-heróis e da saga Star Wars. É apaixonada pelo impacto que as tecnologias têm nas empresas.

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