O domínio da Alibaba no comércio de retalho online na China enfrenta o seu maior desafio até ao momento, numa altura em que a empresa prepara uma Oferta Pública Inicial (IPO) que pode valorizar a empresa em 140 mil milhões de dólares.
A maior empresa de social media chinesa, a Tencent Holdings, está a liderar a revolta, ligando o WeChat, mais popular aplicação de mensagens instantâneas no país, com o segundo maior player de e-commerce, o JD.com.
Frank Lavin, CEO da Exporte Now, empresa que ajuda outras empresas globais a entrar na China, explica que “na China, comprar é uma atividade social”, acrescentando que os utilizadores “querem dizer aos seus amigos sobre isso, recomendar, é uma atividade de smartphone”.
A Alibaba ainda detém 45,1 por cento do mercado de e-commerce chinês, sendo que, em 2012, essa percentagem era de 46,1.
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