Este novo ataque de ransomware à escala internacional está aparentemente relacionado com a família Petya, apesar de ser diferente, e explora o mesmo tipo de vulnerabilidade do WannaCry.
Um dos motivos avançados pelas empresas de cibersegurança para a menor disseminação deste malware é que em virtude do ciberatque ocorrido maio, muitos utilizadores e empresas aplicaram o patch da Microsoft para que as máquinas deixassem de estar sujeita ao exploit EternalBlue.
A verdade é que este novo ciberataque quase não chegou a alguns dos países mais afetados pelo WannaCry, como por exemplo Espanha e Portugal.
A empresa de software ucraniana M.E.Doc, cujo software de contabilidade é muito popular e usado em diferentes setores económicos da Ucrânia, foi considerado o “paciente zero” sendo esse o motivo que justifica a mais alta taxa de infeção nesse país.
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