As vulnerabilidades da Internet têm nos últimos dias sido um assunto exaustivamente debatido, consequência da catastroficamente tendencial emergência de programas maliciosos. Neste âmbito, afloram agora inúmeros receios que versam sobre o conhecimento (ou a falta dele) destas falhas e sobre a forma como as agências governamentais as utilizam para investigações ou para investidas contra adversários.
Foi revelado que o governo norte-americano está a permitir que as autoridades da Lei possam reter em segredo algumas das falhas na Internet que possam descobrir, sob a premissa de que podem constituir-se como evidências legais em investigações, ou podem converter-se em munições contra redes e programas inimigos.
As práticas e operações das autoridades legais desvendam um equilíbrio bastante complexo entre a utilização que as agências fazem das vulnerabilidades recém descobertas e o compromisso para com a proteção dos cidadãos digitais.
Steven Chabinsky, antigo diretor-adjunto da divisão de cibersegurança do FBI, asseverou que muitas vezes a agência não divulga as falhas que descobre para poder aprofundar a investigação dos perpetradores sem revelar com que cartas está a jogar.
A administração Obama está de momento a discutir os termos sob os quais deverão as vulnerabilidades ser mantidas em segredo para fins ofensivos ou defensivos, e quando deverão ser divulgadas ao público e aos fabricantes de software para que possam ser concertadas.
Estes receios de utilização menos (moralmente) correta das vulnerabilidades que vão sendo descobertas intensificou-se aquando das revelações delatoras de Edward Snowden, afigurando-se como incerto se a Agência de Segurança Nacional estaria já na posse do conhecimento da existência do infame bug Heartbleed, antes de ter sido descoberto, e falhara em comunicá-la. Esta alegação foi, sem surpresa alguma, negada pelo governo.
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