Um novo relatório da iDefense, uma área de negócio da Accenture Security, mostra como os autores de ciberataques frequentes em grande escala e de grande impacto nos negócios continuam a evoluir para evitarem ser detetados. Através de uma análise profunda, este estudo antecipa o crescimento do número de autores de ameaças, que estão a alargar rapidamente as suas capacidades devido a fatores como a proliferação de ferramentas disponíveis, customizáveis e acessíveis.
O 2017 Cyber Threatscape Report examina as principais tendências do primeiro semestre de 2017 e antecipa como os incidentes cibernéticos poderão evoluir até ao final deste ano. Este relatório tem por base a recolha, pesquisa e análise por parte da iDefense, incluindo o recurso a open-source primários e secundários. Abrange o aumento da prevalência de ataques destrutivos e táticas dissuasoras, o uso agressivo de informações governamentais, o crescimento no número e diversidade dos autores desses ataques, bem como a disponibilidade de pesquisas, ferramentas, criptografia e sistemas de pagamento anónimos para hackers mal-intencionados.
“Os primeiros seis meses de 2017 mostram uma evolução no ransomware, originando mais variantes virais, desencadeadas por potenciais cibercriminosos apoiados pelos Estados. O nosso estudo confirma que um novo patamar foi definido para as equipas de segurança e cibersegurança em todas as indústrias para defenderem os seus ativos nos próximos meses”, refere Josh Ray, Managing Director da Accenture Security. “Embora não impeça a ocorrência de novas formas de ataques cibernéticos, há ações imediatas que as organizações podem adotar para melhor se protegerem contra o ransomware malicioso e reduzir o impacto das violações de segurança”.
Algumas observações relevantes do relatório:
Algumas ações de prevenção para garantir um plano de continuidade do negócio:
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