Claranet | Partes não críticas é as que vão para a cloud [Video B!T Talks]

Migração para a cloud foi o tema escolhido por Renato Paço, Consulting Services Lead da Claranet, para apresentar em mais um B!T Talks, desta vez dedicado ao tema cloud computing.
As migrações para a cloud dependem muito do ponto de partida e, por isso, há a necessidade de perceber como nos devemos colocar em relação à cloud. “Não adotei? Sou um observador? Um iniciante em que tenho algumas plataformas colocadas, mas ainda não tenho nada de produção? Ou sou um “cloud focus”, ou seja, uma empresa que adota massivamente a cloud e por isso têm grande parte da sua infraestrutura na cloud?”
Para Renato Paço, este referencial acaba por ser importante porque numa ótica de metodologias de migração o ponto de partida é fundamental”.
Dando uma visão mais geral pelo mercado, este especialista mencionou o facto da Amazon ser o maior fornecedor, se falarmos de cloud pública, e considerou interessante um player que não “jogava” neste setor, como a Microsoft começar a ter uma posição muito dominante face aos outros concorrentes pelas suas ofertas quer de infraestruturas quer de plataforma. “Sobretudo quando vemos a evolução entre 2015 e 2016 vemos justamente que a Azur, da Microsoft, foi a plataforma que mais cresceu ano contra ano, apesar da AWS ser a que continua mais forte”.
O que todos os analistas concordam, diz Renato Paço, é que isto é um jogo de vencedores. “Os primeiros vão-se destacar e progressivamente afastar dos demais, até porque é um negócio de escala”.
Renato Paço esclarece que o ritmo de inovação é enorme, “todos os anos aparecem novos serviços, novas arquiteturas, novos API’s novas alternativas”. E enfatiza: “O ritmo de endogeneização dessa aprendizagem não consegue acompanhar o crescimento.”
Quanto à migração para a cloud, parece certo que as empresas começam a colocar as partes não críticas da infraestrutura como o desenvolvimento ou teste.