ESPECIAL 2015 | GSTEP: Empresas repensaram estratégias de TI

O ano de 2015 foi um ano de consolidação onde as organizações tiveram que repensar os seus modelos de negócio. Na sequência deste processo, surgiu a necessidade de reorganizar os processos de orçamentação e controlo financeiro, assim como de novas abordagens na análise de indicadores analíticos. Uma excelente notícia para a GSTEP, portanto.

A conjuntura existente levou as organizações a repensar as suas estratégias de TI, levando a um maior alinhamento com o negócio e em alguns casos passando as TI a ser o motor do mesmo, tornando-se um centro de excelência na inovação e abrindo novas frentes de negócio”, disse à B!T Álvaro Santos, BI Unit Manager da GSTEP.

O responsável assegura que se notou, face ao ano homólogo, haver um crescimento de preocupação na utilização e otimização dos recursos existentes nas organizações, passando a olhar para as TI e para os dados existentes nas mesmas como uma mais valia, abrindo portas à introdução de novas tecnologias de análise cada vez mais orientadas para uma abordagem em tempo real e a grandes volumes de dados.

“Para a GSTEP, o ano de 2015 permitiu assegurar e consolidar a sua posição no mercado nos seus três pilares BI, Analytics e EPM, obtendo um considerável crescimento orgânico. Crescimento este que se deve ao aumento de parcerias tecnológicas efetuadas permitindo alargar a oferta junto dos atuais clientes como a captação de novos negócios”.

Neste últimos 12 meses, Álvaro Santos salientou o reconhecimento ao longo do ano pelos parceiros tecnológicos e clientes que acreditam na GSTEP como o parceiro preferencial no desenvolvimento de novos negócios, assegurados pela qualidade dos serviços prestados. “Este reconhecimento permitiu à GSTEP não só um crescimento sustentado em mercado nacional como internacional, assegurando e consolidando a sua posição no mercado Africano, com a prestação de serviços em países como a Zâmbia, as Maurícias entre outros”.

Assim, o ano de 2016 vêm cheio de novas oportunidades, “uma vez que muitas organizações durante 2015 estiveram a preparar-se para dar um salto qualitativo e quantitativo nas novas tecnologias imergentes, na tentativa de dotar as TI de flexibilidade na capacidade de se adaptar às novas realidades, assim como na derivação de sinergias com o negócio, mudando o paradigma das TI de suporte ao negócio para o gerador de negócio”, disse Álvaro Santos.

Estas expectativas estão assentes em acordos firmados já para 2016, com algumas organizações num percurso que vêm a ser feito durante o ano transato, a posição da GSTEP como agnóstica a tecnologias e “centrando-se na prestação de um serviço de qualidade e de inovação, indo de encontro ás necessidades das organizações, permite-nos criar e assegurar uma relação de confiança”.

“A definição de road maps junto das organizações auxiliando a definição de estratégias a longo prazo é outra das razões em que assentamos as nossas expectativas, esta abordagem tem vindo a permitir as organizações a delinear um plano de consolidação e crescimento sustentado na área das TI, no qual procuramos colmatar as necessidades das organizações, com a nossa experiência e conhecimento na adopção e avaliação de novas tecnologias e tendências“, terminou o responsável.