Na luta pelo talento não há fronteiras. As empresas não têm problemas em abrir as suas portas ao mundo quando se trata de reter recursos intelectuais preciosos. Por isso, os profissionais estão em constante movimento, para dar resposta aos desafios cada vez maiores da economia global.
Uma nova análise aos dados dos membros do LinkedIn veio revelar as tendências dos profissionais registados nesta rede social no que diz respeito à mobilidade no trabalho. A principal conclusão foi a de que o talento está a escapar de países como a Índia e a França, e a dirigir-se para nações como os Emirados Arábes Unidos ou a Suíça.
Dos membros do LinkedIn que se mudaram de localização, 40 por cento aterrou nos Estados Unidos, enquanto os restantes foram para os Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, segundo indica a Bloomberg.
Cerca de metade daqueles que saíram da Índia estavam a trabalhar para firmas tecnológicas, o que pode ser um reflexo do interesse mundial na qualidade dos profissionais de Tecnologias da Informação do país.
Já os Emirados Árabes Unidos receberam o maior influxo de profissionais dentro da lista do Linkedin, com um ganho de 1,89 por cento. Destes novos trabalhadores, 28 por cento vieram da Índia, sendo que o Reino Unido, Paquistão e Estados Unidos foram as outras origens principais desta afluência.
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